Pirangi
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Pirangi[nota 1] é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 21º05'29" sul e a uma longitude 48º39'28" oeste, estando a uma altitude de 538 metros. Sua população estimada em 2014 era de 11 167 habitantes. Possui uma área de 215,81 km².[1]
Pirangi
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Município do Brasil | |
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Hino | |
Gentílico | pirangiense |
Localização | |
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Localização de Pirangi no Brasil | |
Mapa de Pirangi | |
Coordenadas | 21° 05′ 27″ S, 48° 39′ 28″ O |
País | Brasil |
Unidade federativa | São Paulo |
Municípios limítrofes | Bebedouro, Vista Alegre do Alto Taiaçu, Taiúva, Ariranha, Palmares Paulista, Paraíso e Monte Azul Paulista |
Distância até a capital | 383 km |
História | |
Fundação | 3 de agosto de 1895 (129 anos) |
Emancipação | 7 de março de 1935 (89 anos) |
Administração | |
Prefeito(a) | Vanderlei Robson de Oliveira (PL, 2025–2028) |
Vereadores | 9 |
Características geográficas | |
Área total [1] | 215,809 km² |
População total (IBGE/2014 [1]) | 11 167 hab. |
Densidade | 51,7 hab./km² |
Clima | Não disponível |
Altitude | 538 m |
Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) |
Indicadores | |
IDH (PNUD/2000 [2]) | 0,779 — alto |
PIB (IBGE/2008[3]) | R$ 114 505,496 mil |
PIB per capita (IBGE/2008[3]) | R$ 10 657,62 |
Topônimo
editarO topônimo Pirangi origina-se da língua tupi e significa "rio vermelho" ou "rio do peixe vermelho".[4] Esse nome, atribuído artificialmente, é gramaticalmente inadequado, pois a forma correta de se dizer "rio vermelho" seria "Ipiranga".[5]
História
editarJunto ao córrego Boa Vista, em 1895, foi aberta uma trilha pelos habitantes do distrito de São Sebastião do Turvo (atual Paraíso), desmataram uma área e fundaram um povoado, erigindo uma capela sob o orago de Santo Antonio.
Naquele mesmo ano, Antônio Bernardo de Souza, Galdino Olegário do Nascimento e Joaquim Bernardo de Miranda doaram suas terras para a expansão do povoado, que recebeu o nome de Santo Antônio da Boa Vista, depois alterado para Santo Antônio da Bela Vista. Anos depois, para facilitar o acesso de outras famílias, foi aberta uma ligação para a estrada do Taboado e, com o aumento da população, criou-se no povoado um distrito policial, que foi elevado em 1913 à categoria de distrito de paz, sob a jurisdição de Jaboticabal (Lei Estadual 1402, de 23 de dezembro de 1913). Este distrito recebeu o nome de Pirangi, cuja emancipação ocorreria em 1935, quando foi elevado à categoria de município com a denominação de Pirangi (Decreto 6997, de 7 de março de 1935), sendo desmembrado de Jaboticabal.[4]
Demografia
editarDados da estimativa - 2008
editarPopulação Total: 10.315
- Urbana: 8.687
- Rural: 1.351
- Homens: 5.257
- Mulheres: 5.058
Densidade demográfica (hab./km²): 46,52
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 13,67
Expectativa de vida (anos): 72,43
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,05
Taxa de Alfabetização: 89,21%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,779
- IDH-M Renda: 0,704
- IDH-M Longevidade: 0,791
- IDH-M Educação: 0,843
(Fonte: IPEADATA)
Comunicações
editarA cidade foi atendida pela Companhia Telefônica Brasileira (CTB) até 1973[6], quando passou a ser atendida pela Telecomunicações de São Paulo (TELESP), que construiu a central telefônica utilizada até os dias atuais. Em 1998 esta empresa foi privatizada e vendida para a Telefônica[7], sendo que em 2012 a empresa adotou a marca Vivo[8] para suas operações de telefonia fixa.
Notas
Referências
- ↑ a b c «IBGE Cidades_Pirangi». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2014. Consultado em 26 de janeiro de 2015
- ↑ «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008
- ↑ a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010
- ↑ a b c «Histórico». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 2014. Consultado em 27 de janeiro de 2015
- ↑ NAVARRO, Eduardo de Almeida (2013). Dicionário de tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil. São Paulo: Global. p. 15 e 594. 680 páginas. ISBN 9788526019331
- ↑ «Relação do patrimônio da CTB incorporado pela Telesp» (PDF). Diário Oficial do Estado de São Paulo
- ↑ «Nossa História». Telefônica / VIVO
- ↑ GASPARIN, Gabriela (12 de abril de 2012). «Telefônica conclui troca da marca por Vivo». G1